Juros
Juros não definem tendência em meio à revisão do PIB pelo FMI, arrecadação maior e fala de Campos Neto
Os juros futuros registraram oscilações modestas nesta nesta, com curtos em alta e longos em baixa.
A divulgação da arrecadação federal acima do esperado trouxe alívio pontual às taxas, mas o viés de alta do dólar e a recuperação do petróleo pressionaram os juros curtos, mais sensíveis ao quadro inflacionário, enquanto os longos seguiram a leve queda dos Treasuries.
A revisão para cima da projeção do FMI para o PIB brasileiro também pesou sobre as taxas curtas, uma vez que o BC pode ser obrigado a subir mais a Selic para esfriar a economia e reduzir o risco inflacionário.
O mercado também monitorou a entrevista de Campos Neto à CNBC, em que ele repetiu que o país precisa de um choque fiscal para que o BC possa baixar os juros.
No fechamento, o contrato do DI para janeiro de 2026 marcava 12,690% (de 12,665% no fechamento de ontem); Jan/27 a 12,850% (12,835%); Jan/29 a 12,855% (12,880%); Jan/31 a 12,810% (12,860%) e Jan/33 a 12,740% (12,780%).
(Téo Takar)